Esse trecho transcrito aqui é o tema do verso tocado em tapping em oitavas, a voz mais grave toca em Hammer-on com os dedos da esquerda enquanto que a mais aguda toca com a direita em tapping.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Coluna se Slap - Cordas Soltas II
Slap - Cordas Soltas II
Na coluna anterior dei dicas de mistura de cordas soltas com notas ligando-as e especificamente no exemplo 3 pensando em "bordões" ou "power chords" que são os acordes apenas compostos pela tônica e quinta. A seguir darei mais exemplos só que numa divisão de tempo mais difícil de executar que são as sextinas (pela velocidade e porque realmente soam diferente nestes casos). No exemplo 1 em mi menor apenas desço as notas dos "bordões" alternando com cordas soltas, já no exemplo 2 faço o mesmo só que subindo notas dos acordes Em , D e C7M sempre alternando com cordas soltas. No exemplo 3 transcrevi um trecho da música SLAPJACK de meu disco EXPRESS que exemplifica muito bem esse tipo de aplicação pensando nesse caso no acorde E7 e ao invés de alternando com corda solta, usando o ligado da sexta para sétima e da terça menor para terça maior (intenção blues) em pop. Procurem fazer frazes também pensando em outros intervalos. Até a próxima! 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Modos em Levadas
Coluna postada no Site Musictube.com.br. Audios disponiveis no site
AUDIO DA COLUNA ( NOVO )
AUDIO DA COLUNA ( NOVO )
Modos Gregos em levadas para contrabaixo – Zuzo Moussawer
Nesta coluna demonstro como aplicar os sete modos gregos em levadas para contrabaixo, nas parts e tabs a seguir está descrito o contrabaixo, mas no audio que acompanha a coluna estão demonstrados acompanhamentos também em guitarras, teclados e baterias em diversos estilos diferentes.
Todos os exemplos estão no tom central de Dó para facilitar a comparação de sonoridades entre eles. Na armadura de clave os modos com terça maior como Jonio, Lidio e Mixolidio estão demonstrados como tom de Dó Maior e os modos com terça menor como Dórico, Frigio, Eólio e Lócrio estão demonstrados como tom de Dó Menor. Os intervalos diferentes de cada modo entram como acidentes ocorrentes.
Em todos os exemplos o baixo passa por intervalos característicos, enquanto que sobre os acordes de acompanhamento, são usados aqueles que possuem a nota característica de cada modo, assunto esse que será explicado futuramente em uma coluna sobre Harmonia Modal. Para identificar qual nota do exemplo corresponde ao intervalo característico explicado abaixo, conte nas notas do modo dado entre parênteses, por exemplo, a quarta do modo Jônio de Dó é o Fá (quarta nota entre parênteses descrita abaixo).
Todos os exemplos usam o modo grego como centro tonal com exceção do modo Mixolidio, que em Blues é muito usada a aplicação por acordes. A seguir a descrição dos exemplos por modo e intervalo característico.
Ex. 1 – Modo Jônio – Maior - (C,D,E,F,G,A,B) : Passa-se pela terça maior, sétima maior, além do intervalo característico de quarta justa. Som mais “alegre” exemplificado num Reggae.
Ex. 2 – Modo Dórico (C,D,Eb,F,G,A,Bb) : Passa-se pera terça menor, sexta (intervalo característico) e sétima, acrescentei a blue note (Sol Bemol no exemplo de Dó), muito comum em black music. Som comum também em musica negra americana exemplificado num Funk americano.
Ex. 3 – Modo Frigio (C,Db,Eb,F,G,Ab,Bb) : Passa-se pela segunda bemol (intervalo característico), terça menor e sexta bemol. Som tenso e pesado exemplificado num Metal.
Ex. 4 – Modo Lídio (C,D,E,F#,G,A,B) : Passa-se pela quarta aumentada (intervalo característico), terça e sétima maior. Modo usado para sons que evocam “triunfo” e “glória” exemplificado num Metal Progressivo.
Ex. 5 – Modo Mixolídio (C,D,E,F,A,Bb) : Passa-se pela sétima (intervalo característico) e terça. É o modo maior da musica negra americana, (ao contrário do Dórico que é o menor), exemplificado num blues, onde é comum o uso da escala mixolidio para cada acorde, C e F neste exemplo, ao contrário da aplicação por centro tonal.
Ex. 6 – Modo Eólio – Menor natural (C,D,Eb,F,G,Ab,Bb) : Passa-se pela sexta bemol (intervalo característico), além da terça menor. Modo “neutro” com tendências para mais “triste” e “reflexivo”, exemplificado num rock.
Ex. 7 – Modo Lócrio (C,Db,Eb,F,Gb,Ab,Bb) : Passa-se pela quinta bemol (intervalo característico), e segunda bemol, além da terça menor. Modo mais tenso, pesado e down que o Frigio, exemplificado também num Heavy Metal.
Usar os Modos gregos como escalas “principais” é uma aplicação muito mais interessante do que usá-las como “extensões” da escala Maior. Usar um Ré
Dórico, Mi Frigio, Fá Lidio, etc... em cima de um tom de Dó Maior não apresenta nada de novo, pois as notas são as mesmas. É muito mais interessante a variação entre um Dó Mixolidio para um Dó Frigio por exemplo, pois nesse caso mudam-se as notas e acordes. Também é possivel a mudança dos modos e do centro tonal ao mesmo tempo como por exemplo de um Do Jonio para um Eb Lídio. As combinações são muitas. Bons estudos.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Coluna de Taping - Duas vozes simultâneas
Coluna sobre Tapping - Duas vozes simultâneas - Publicada na revista Bass Player Brasil - edição 07 - Audios no site www.bassplayerbrasil.com.br
Duas vozes simultâneas
Nesta série de
colunas abordarei diversas possibilidades para a aplicação do uso de tapping em
musicas. Nesta primeira coluna abordo as possibilidades mais comuns para o uso
de duas vozes simultâneas no baixo.
No exemplo 1,
melodias em duas vozes apresentadas em oitavas e terças. Nos dois primeiros
compassos uso oitavas numa escala menor, a posição da mão direita é com a mão
em direção ao chão, usando exatamente a mesma digitação da esquerda. Nos
compassos 3 e 4 uso uma escala menor em sol na esquerda e uma escala maior em
si bemol na direita (terça). Neste caso é importante a mesma quantidade de
notas por corda para as duas mãos. Aconselho que se treine também em outras escalas,
padrões e frases em geral nos dois casos.
No exemplo 2, baixo na
esquerda e acordes na direita em cima da harmonia I Dm7 I G7 I C7M I A7 I.
Aqui uma aplicação
para o estilo de swing jazz . Na linha de baixo uso aproximações cromáticas e
notas dos acordes, escalas também poderiam ser aplicadas. Na mão direita foram
usadas terças e sétimas ou o oposto. Essa é uma aplicação básica para baixos de
quatro cordas, outros intervalos podem ser adicionados na direita para baixos
de mais cordas. Sugiro a mesma aplicação para outros estilos musicais, por
exemplo, pode-se tocar na direita o ritmo de uma linha de violão de um samba
enquanto se faz as linhas de baixo na esquerda com as caracteristicas melódicas
do estilo.
No exempo 3, baixo na
esquerda e melodia na direita em cima da mesma harmonia. A mão esquerda toca a
mesma linha do exemplo 2 nas cordas mi e lá enquanto a mão direita toca uma
melodia na escala de dó maior e com aproximações cromáticas nas cordas ré e
sol, mão direita em direção ao
chão. Sugiro não se usar a mesma corda para as duas mãos.
No exemplo 4, acordes
estilo “dedilhado” na esquerda e a mesma melodia na direita, a diferença neste
caso é a aplicação da melodia apenas na corda sol enquanto que os acordes na
esquerda tocam as cordas mi, lá e ré. Nos acordes, algumas vozes comuns para
acordes em três cordas seguidas, Tonica+3ª+7ª , 5ª+tonica+3ª e tonica+5ª+8ª.
Assim como no exemplo anterior sugiro não se repetir cordas nas duas mãos.
Baixos de mais cordas possibilitam o uso de mais cordas em ambas as mãos.
Para cada uma das quatro
aplicações há uma infinidade de possibilidades. Pode-se buscar fraseados mais
complexos onde a coordenação das duas mãos seria o objetivo, treinando-se passo
a passo, ou pode-se buscar naturalidade “improvisando” essa linhas de uma
maneira mais natural. Nos dois casos exige-se um estudo muito grande dessa
arte, mãos a obra e até uma proxima com mais possibilidades de tapping.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Transcrição Express
Aqui a transcrição do tema principal da musica Express do meu primeiro album solo Express, um exemplo de aplicação de articulação em solo.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Coluna de Slap - Cordas Soltas
Coluna de Slap publicada em 1997 na revista Cover Guitarra
Olá
pessoal, neste mês passarei dicas de uma aplicação que uso muito que é a
mistura de notas ligadas com cordas soltas demonstradas abaixo em três
diferentes exemplos todos no tom de MI menor No exemplo 1 usei o ligado da
corda solta para certas notas tocando em seguida as mesmas em thumb e depois
alternando com suas oitavas , experimentem com outros intervalos. No exemplo 2
liguei cordas soltas com notas da escala pentatônica de mi alternando sempre
com a corda solta sol., tentem com outras escalas ou em outros tons. No exemplo
3 pensei no "bordão"ou "power chord" que são os acordes
básicos sem terças em vários lugares alternando cada nota com sua respectiva
corda solta, usem outros desenhos de acordes e procurem deixar soar o som de
cada nota para dar uma maior consistência na soma delas. Na próxima edição
explorarei mais o exemplo 3 em diferentes tempos . Até lá!
segunda-feira, 2 de julho de 2012
10 fundamentos de levadas sobre Ritmo
Coluna Publicada no site Music Tube, audios disponiveis em www.musictube.com.br
10 fundamentos para aprimorar suas levadas no contrabaixo II - Ritmo
Zuzo Moussawer
Nessa segunda parte da série de colunas para contrabaixo abordarei os principais
fundamentos usados em levadas, quaisquer que sejam os estilos musicais
usados, agora focando nas variações ritmicas mais comuns.
O estilo predominante nos exemplos é o Pop/Rock/Funk, mas sugiro a aplicação dos
mesmos fundamentos em outros estilos musicais, também em técnicas como
Slap, Tapping e até improvisação. Todos os exemplos são tocados na mesma
harmonia da primeira coluna I Am I F I C Dm I G I .
Também procurei mudar os ritmos em cada exemplo e entre os acordes para dar mais
referências ritmicas. Em relação as opções de notas, usei notas dos
acordes/arpejos. Notas de passagem com escalas e cromatismos também são
possiveis. A seguir a descrição dos fundamentos
Ex. 1 – Aplicação de contratempos antecipados de colcheia nos tempos fortes 1 e 3.
Ex. 2 – Uso de contratempos antecipados de semi-colcheias nos tempos fortes 1 e 3.
Ex. 3 – Uso de contratempos atrasados de colcheias, a nota é tocada após uma pausa
de colcheia, também nos tempos fortes 1 e 3.
Ex. 4 – Contratempo atrasado de semi-colcheia, a nota é tocada após uma pausa de
semi-colcheia, tempos fortes 1 e 3.
Ex. 5 – Contras nos tempos fracos 2 e 4, essa opção de contra é usado se queremos um
efeito que não mexa tanto na estrutura ritmica da musica. Nos compassos 1 e 2 usei
oitavas em colcheias antecipadas, nos compassos 3 e 4 contras atrasados de
colcheia
Ex. 6 - Nos compassos 1 e 2 usei oitavas em semi-colcheias antecipadas, nos compassos
3 e 4 contras atrasados de semi-colcheia
Ex. 7 – Contras antecipados de semi-colcheia nos compassos 1 e 2 e atrasados de semi-
colcheias nos 3 e 4, todos em oitavas nos tempos fracos 2 e 4.
Ex. 8 – Compassos impares, dos exemplos 8 ao 10 há a mistura de dois compassos
por exemplo, mas pode-se tocar cada exemplo em apenas um. Usei 3/4 nos
compassos 1 e 2, pensei em 4/4 mas tirei o ultimo tempo do fim. Nos
compassos 3 e 4 em 5/8 que seria o mesmo que 2,5/4, pensei em 2/4
acrescentando uma colcheia no fim
Ex. 9 – Compasso de 7/8 nos compassos 1 e 2, pensei em 4/4 e tirei uma colcheia de
cada compassos. Nos compassos 3 e 4 usei 9/8, pensei em 4/4 e acrescentei
uma colcheia no fim de cada compasso
Ex. 10 – Mistura do fundamento de contratempos em tempos fracos, semi-colcheias
em oitavas com compassos impares. Usei os mesmos compassos do exemplo
anterior.
Sugiro a utilização de outros intervalos de acordes/arpejos, como terças, quintas e
sétimas, assim como o uso de contratempos em notas de passagem com escalas
e cromatismos e até em compassos impares
Lembrando que a aplicação de arpejos/notas dos acordes e aproximações cromáticas
é feita “por acorde” , seja em triade ( tônica, 3a e 5a ) ou no uso de 7as, 6as ou
9as para tétrades. Já a aplicação de escalas é por tonalidade, como nos exemplos
9 e 10, onde o tom é de Lá menor, então foi usada a escala de lá menor em todo
o trecho. por exemplo, mas pode-se tocar cada exemplo em apen
Vale lembrar mais uma vez que o uso de notas de passagem e viradas utilizando todos
os fundamentos passados nas duas colunas dependem muito da melodia
principal sendo tocada, seja através da voz ou um outro instrumento. Sugiro que
se ache “lacunas” entre esssas melodias, momentos onde a melodia está
respirando, assim os movimentos nas linhas do baixo não vão “brigar” com ela,
que é o foco principal de atenção do ouvinte. Também é importante se ter uma
consistência ritmica em cada levada, ao contrário da variação constante que
houve nos exemplos dados. Essa consistência deve levar em consideração o
papel do baixo perante a voz, outros intrumentos e estilo musical tocado.
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